Foi o nosso primeiro encontro como uma equipe e, entre as apresentações e brincadeiras, fomos informados que o time brasileiro era o terceiro maior de todo o encontro Global Power Shift (GPS) – e isso faz sentido. O Brasil é o país com maior biodiversidade e aquele com mais recursos hídricos. Ao mesmo tempo, infelizmente, é um dos maiores poluidores do planeta – mas ao contrário de muitos outros, tem uma grande chance de diminuir as emissões e liderar as discussões ambientais no mundo.
Não é novidade que a crescente economia do país o colocou em uma posição estratégica no cenário político internacional. Porém, mesmo sendo a sexta maior economia do mundo, as desigualdades sociais e a exploração predatória dos recursos naturais ainda são uma realidade em nossa sociedade. Isso quer dizer que há muito a ser feito se o bem-estar social e ambiental for um objetivo comum.
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A equipe brasileira do GPS acaba de ser escolhida e 11 ativistas estão dispostos a aceitar o desafio de apoiar o fortalecimento do movimento climático no país. Sabemos que ele, apesar de contar com muita gente boa, não é suficiente dado o grande desafio que temos pela frente. Se adicionarmos a isso o agravante da falta de sinergia e trabalho em rede, o cenário é ainda mais desfavorável. Promover um Power Shift (mudança de poder) no Brasil pode ser a oportunidade para fortalecer e conectar essas diversas pessoas e organizações locais que trabalham com as mudanças climáticas.
Estamos bastante ansiosos para encontrar participantes do GPS de todo o mundo e trocar ideias e experiências a fim de melhorar as nossas ações pela justiça climática. Como um grupo, estamos muito animados em fazer parte do encontro em Istambul e, mais importante, realizar a fase dois, no Brasil, da melhor forma possível. Estamos cientes de que há um longo caminho a ser percorrido, e estamos totalmente dispostos a nos comprometer com todos eles.
Enquanto o encontro na Turquia não chega, traçamos estratégias e construímos planos, como uma forma de conectar pessoas e organizações brasileiras para combater as mudanças climáticas.
Fiquem ligados. Há muita coisa bacana pela frente!
Diêgo, Gabi, Rafa, Luiza, Raquel, Evelyn, Iana, Nicole, Mundano, Vitória e Luciano
Pela primeira vez, o observatório de Mauna Loa da NOAA registrou a média de concentrações diárias de CO2 acima de 400 partes por milhão. Isso é maior do que os níveis de CO2 registrados nos últimos milhões de anos.
Temos muito trabalho a fazer! E estamos começando a fazê-lo. O anúncio de hoje é certamente preocupante.
A 350 preparou este site para marcar a ocasião de hoje: http://400.350.org/ (em breve em português também).
Caros amigos,
“Do the Math: The Movie” (“Faça as Contas: o filme”, em tradução livre) conta a história do emergente movimento climático, da campanha pelo fim do investimento em combustíveis fósseis à luta contra o oleoduto Keystone XL. Confira uma amostra aqui e sinta o que está por vir.O lançamento internacional será na quinta-feira, 16 de maio. O filme de 42 minutos está em inglês com opções de legenda em português, chinês, francês, alemão e espanhol. Você já sabe onde vai assisti-lo?:Clique aqui para encontrar todos os espaços de exibição do filme perto de você.
Queremos que esse filme inspire planos ambiciosos para combater a indústria dos combustíveis fósseis e lidar com a crise climática em todo o planeta.
Será um evento fantástico no qual você poderá não apenas assistir um filme inspirador, mas também encontrar membros da sua comunidade que compartilham do mesmo interesse em mudanças climáticas. Desse encontro, poderão surgir ideias para os próximos passos a serem tomados coletivamente.
Esperamos que você possa se juntar a nós e assistir esse filme conosco!
Payal, em nome da equipe global da 350.org
PS: Caso você esteja interessado(a) em organizar uma sessão pipoca do filme “Do the Math” ainda dá tempo de cadastrar sua exibição! Basta clicar aqui.
Amigos,
Em novembro do ano passado, Bill McKibben e a 350.org caíram nas estradas dos Estados Unidos lançando um movimento forte o bastante para mudar a assustadora matemática da crise climática. Isto foi chamado de turnê “Faça as contas” e foi um sucesso massivo, com apresentações esgotadas em mais de 20 cidades.
No mês passado, nós lançamos um documentário sobre essa turnê que estreou por todo os E.U.A. Agora, este filme sobre um movimento climático emergente está se tornando global. Clique aqui para saber mais e sediar uma exibição do filme em 16 de maio de 2013.
O filme está em inglês mas com opções de legenda em chinês, francês, alemão, português e espanhol. A exibição pode ser pequena, como convidar alguns amigos para irem a sua casa, ou um grande evento público em um centro comunitário ou espaço público.
Assista ao trailer para testemunhar o poder deste crescente movimento climático que está efetivamente resistindo à indústria de combustíveis fósseis.Clique para assistir ao trailer
Nós estamos resistindo ao oleoduto Keystone XL; estamos construindo movimentos de desinvestimento nos E.U.A., Canadá e além; e estamos catalisando uma Mudança Global de Poder para fortalecer este movimento em uma escala sem precedentes em todo o planeta.
Ajude a levar o filme desse movimento ao seu canto do planeta, continuamos nossa viagem!
Payal, em nome da equipe global da 350.org
Malo ni!
Meu nome é Mikaele Maiava e estou escrevendo do arquipélago de Toquelau no Oceano Pacífico para pedir que você se junte a nós para enfrentar a indústria dos combustíveis fósseis.
Durante o último mês de outubro, a última das três ilhas que compõem o arquipélago de Toquelau desligou seus geradores a diesel. No lugar deles, ligamos nossas usinas de energia solar, fazendo de Toquelau o primeiro país do mundo com 100% de energia renovável.
Nesse dia, eu acordei antes do sol nascer, empolgado porque Toquelau estava fazendo história. Toda a vila se dirigiu para o local onde foram instalados os mais de 100 painéis solares – nós podíamos ver que as pessoas se empenharam muito por esse projeto. Durante a contagem regressiva, eu podia sentir as gerações futuras sorrindo para nós e nos agradecendo. De repente, o futuro de nossas crianças pareceu promissor porque nossa geração teve a visão e fez o trabalho duro necessário para se livrar dos combustíveis fósseis adotando 100% de energia renovável.
Você pode se perguntar porque nos preocupamos. Não estamos condenados a perder as nossas ilhas devido ao aumento do nível dos mares? Eu não o culpo, caso você pense assim – muito frequentemente a mídia global vitimiza as ilhas do Oceano Pacífico e nos retrata como irremediavelmente condenados a sucumbir ao aumento do nível dos mares. Mas a mídia global não sabe nada sobre quem nós realmente somos, sobre como é viver nestas ilhas paradisíacas que chamamos de lar. Ela não sabe que, como habitantes das ilhas do Pacífico, somos guerreiros e que a terra em que vivemos é parte de nós.
Nós sabemos que quanto mais tempo a indústria dos combustíveis fósseis permanecer impune e as mudanças climáticas se agravarem, mais o aumento no nível dos mares ameaçará nossas casas, mas desistir de nossas ilhas não é uma opção. Não estamos nos afogando. Estamos lutando.
É por isso que, em 2 de março, habitantes das ilhas do Pacífico em 13 diferentes nações se mobilizaram em locais importantes para executar nossos exclusivos desafios de guerra com músicas e danças. Lançamos um desafio à indústria de combustíveis fósseis. Será seu carvão e petróleo contra nosso futuro. Ambos não podem coexistir. E é nosso futuro que deve vencer.
Agora e durante os próximos anos, precisamos que você caminhe ao nosso lado porque vivemos longe das minas de carvão e usinas termoelétricas que nos ameaçam. No dia 9 de março e durante a semana seguinte, estamos pedindo a vocês – nossos amigos, irmãos e irmãs de todo o mundo - que espalhem as fotos de nossas ações para que estas sejam vistas e ouvidas onde você mora. Não compartilhe apenas por seus amigos e familiares, queremos que os políticos e a indústria de combustíveis fósseis as vejam. Eles precisam ver a feroz determinação e espírito de nosso povo; eles precisam ver a riqueza de nossas culturas; e precisam ver que são eles que devem recuar, não nós.
Você está disposto e pronto para lutar conosco?
Fakafetai lahi.
Obrigado,
Mikaele Maiava
P.S. Você pode ver as ilhas dos Pacífico, como nós as vemos, aqui.
Como enviar suas fotos de solidariedade
Para enviar suas fotos, basta escrever um e-mail para photos@350.org e seguir as instruções abaixo:
Cada foto deve ser anexada individualmente e cada arquivo não deve ser maior que 3 MB.
Envie apenas uma foto por e-mail.
No campo reservado ao “assunto”, escreva a sua cidade e país.
No corpo do e-mail, você deverá explicar a sua foto. Escreva uma frase que resuma o seu evento e o que está acontecendo na foto.
Se você desejar dar créditos ao fotógrafo(a), inclua seu nome no corpo do e-mail.
Confira também o nosso guia de como tirar a foto perfeita.
Todas as fotos enviadas e os relatos da ação poderão ser reproduzidos sob licença de Atribuição-Não-Comercial-Compartilhada 3.0.
March 12th, 2013 | Comentários Desligados | brasil
A Rede Socioambiental Mucuras Verdes, em parceria com a 350.org e com a Rede Nós Ambiente realizou no último dia 16/02 em Manaus uma oficina ambiental para confecção de bolas de sementes (Seed Balls), que são pequenas bolas feitas com argila, adubos, sementes e água, que servem para espalhar e plantar flores, frutas e outras plantas, em terrenos, praças e áreas sem vegetação.
Foto: Divulgação
A atividade contou com a participação de cerca de 25 pessoas que puderam aprender e entender um pouco sobre os aspectos de arborização e ativismo urbano, além da produção das bolas de sementes, que ao final foram distribuídas entre os participantes para arborizarem terrenos baldios próximo a suas áreas de interesses.
De acordo com a Rede Socioambiental, a proposta da atividade é trazer as pessoas para uma ação mais efetiva, onde elas possam sozinhas ou em grupos, fazer a diferença e diminuir os impactos ocasionados pela falta de arborização na cidade de Manaus, que embora esteja cravada no coração da Amazônia, muito ainda precisa ser feito no aspecto socioambiental. Essa ação também tem a vantagem de desacelerar o aquecimento global, uma vez que, o plantio de árvores ajuda no sequestro de carbono da atmosfera.
Foto: Divulgação
De acordo com Flavio Viana (26 anos), a atividade foi muito bem conduzida e divertida. “Ações como essa são de grande importância para a nossa cidade porque, além dos benefícios que a arborização traz, o povo deixa a sua zona de conforto e age de forma a contribuir com a mudança.”
Para Larissa Madureira (20 anos), a atividade foi muito proveitosa e envolvente. “Eu não sabia como ocorre o processo de sucessão florestal e as informações foram muito didáticas.”
February 26th, 2013 | Comentários Desligados | brasil
A Rede Socioambiental Mucuras Verdes, em parceria com a 350.org, a Rede Nós Ambiente e por voluntários de diferentes setores da sociedade, convida a todos para a oficina de confecção de bolas de sementes (Seed Balls).
Os Seed Balls são pequenas bolas feitas com argila, adubos, sementes e água, que servem para espalhar, plantar flores, frutas e outras plantas, em terrenos, praças, beira de estradas e áreas sem vegetação. Essa ação tem a vantagem de desacelerar o aquecimento global. Os participantes terão a oportunidade de aprender e levar para suas casas uma amostra da atividade realizada.
A campanha Seed Balls Manaus, idealizada localmente pelos Mucuras Verdes, foi lançada em janeiro deste ano e terá caráter contínuo, para que esta ferramenta de arborização semeie a conscientização e floresça permanentemente.
Maiores informações podem ser adquiridas na pagina no Facebook: fb.com/mucurasverdes.
Participe você também. Traga seus amigos e familiares e vamos juntos lutar por um ambiente melhor!
Local: Manaus – Parque dos Bilhares – 1ª EtapaData prevista: 16/02/2013Hora: a partir das 15h
February 10th, 2013 | Comentários Desligados | brasil
Por Maryelli Rodrigues (organizadora da 350.org em Alagoas)
Atividades da 350.org andam agitando Maceió e Piranhas, cidades de Alagoas. Na capital, a ação intitulada “O desafio dos 350 ppm” aconteceu no dia 5 de fevereiro, no Centro de Tecnologia da Universidade Federal de Alagoas (UFAL). Enquanto isso, em dezembro do ano passado, aconteceu a caminhada do Sol no Sertão alagoano. Ambas objetivaram levar o debate sobre mudanças climáticas a diferentes partes do estado.
Na UFAL, cerca de 40 participantes foram divididos em dois grupos, de maneira aleatória, os que acreditam nas mudanças climáticas e os que não acreditam. Foram produzidos cartazes e fizemos um debate bastante caloroso. A mensagem passada para aqueles que não acreditam em mudanças climáticas é que “suas ideias não correspondem aos fatos”. Os que defenderam a ideia de que “não há aquecimento global”, fizeram cartazes falando “eu amo CO2″, este é o gás da vida, mas existe o desafio de manter o controle de suas emissões.
O desafio dos 350 ppm, possibilitou falar sobre a 350.org, mudanças climáticas desenvolvimento e sustentabilidade. Além isso, despertou o interesse de outras pessoas para o voluntariado.
Depois da atividade da Rio+20, realizada em um dos colégios estaduais da cidade de Piranhas, a caminhada do Sol levou jovens a desbravar o sertão alagoano. Esta caminhada teve como objetivo falar sobre impactos ambientais no bioma caatinga e relacioná-los com as mudanças climáticas, para isto, enquanto caminhávamos, fizemos várias paradas para conversar. Com isso, foi possível perceber a necessidade de se conhecer para preservar.
Que aconteçam muitas outras atividades que reúnam mais voluntários, do sertão ao litoral!
February 6th, 2013 | Comentários Desligados | brasil
Os cientistas dizem que 350 partes por milhão de CO2 na atmosfera é o limite máximo de segurança para a humanidade. Saiba mais sobre os 350 - o que significa, de onde veio, e como lá chegar. Leia mais»